Wednesday, April 28, 2010
32 anos de idade, 32 followers!!
AÊÊÊÊ!! Este post é pros 32 que se mostraram amigos, pacientes, leitores e alguns até mesmo fãs!! Hurray!! :o) Obrigada a cada um que entra, comenta, liga e me faz contente.
Descobri que escrever estas linhas é uma busca e um encontro de mim comigo mesma. Lembrar coisas do passado, assumir outras um tanto quanto contragedoras e engraçadas, relatar outras sérias, brincar de filósofa, poeta, comediante e outros papéis é uma viagem pra qual nem eu mesma estou preparada ou até consciente pro que vem pelas linhas que se seguem. O reler é bem legal pq surge aquele sentimento de "eita, não é que ficou legal mesmo??" ou "nossa... vou mudar tudo!", mas aí vejo que já postei e penso que, naquele dia, era o que mais fazia sentido.
Ninguém volta e reescreve o passado, não é? Com blog é a mesma coisa. A gente escreve daqui pra frente e o que foi, já foi. Blog e vida têm coisinhas em comum: certamente passado é passado e, ao olhar pra experiências e posts passados, a gente dá risada ou pensa "meu... como pude?!" (o que resultará em risada no final das contas, anyway!). Também tem a semelhança das pessoas que aqui estão como "followers". Conheço muito bem algumas, outras menos, mas certamente nutro carinho por cada uma. De novo, certamente algumas permanecerão tanto aqui como na minha vida. Outras passarão, mas é certo também que deixaram e deixarão suas marcas e comentários comigo pra vida, pro blog.
"Daqui a pouco" farei 33 e quem me conhece já sabe que, a cada virada de ano, já assumo a idade que está por vir. Desta forma, despeço-me dos meus 32 anos pra deixar um grande "welcome" pros 33, bem como pro 33º follower!! Assopro a velinha dos 32 followers e anos e faço o pedido de que sempre cheguem mais amigos, pessoas, desconhecidos, queridos... que leiam mais, comentem mais, sorriam mais pq... cada visita e comentário recebidos, gera um sorriso da Juju aqui!!
Tuesday, April 27, 2010
Menina também faz pum!
Vim romper o desconforto (hahaha, termo apropriado pro tema!) que todo começo de relacionamento gera. Em alguns casos, o desconforto impera por muito e muito tempo e as pobres meninas sofrem demais com tamanha frescura. Galera, here is the deal: menina também peida!! E menina precisa ir ao banheiro! Não é à toa que todo bendito anúncio constrangedor de “alívios intestinais” é só pra mulheres! Eles mostram as mocinhas com cara de “sbrubbles” e depois de tomarem o bendito remedinho, sorriem felizes e aliviadas. É sempre mulher! Homem não tem prisão de ventre. Homem não é fresco.
Voltei do almoço há pouco com amigas e, depois de um belo tutu de feijão (vejam bem...), o estômago de uma delas criou voz. Criou vida até. As que sentam mais próximas até sentiram um medinho... “Dio Santo, o quê há ali dentro?”, até que uma soltou, com uma voz tão doce e angelical: “é o tu-tu”. Assim mesmo: tão devagarzinho que as sílabas até foram divididas. As demais se romperam em risada e se abaixaram na mesa, tentando disfarçar o riso preso-e-solto (que nem nossos pequenos intestinos se sentem!!) e dos olhares dos chefes presentes. Aí pronto, foi o estopim pra começarem as estórias mais retardadas que todas passam, mas quase nunca contam. Abrimos a rolha e seguem algumas:
Houve uma que, em plena primeira viagem linda de começo de namoro, se hospedou num CHALÉZINHO em Monte Verde. GENTE! Chalézinho!! Quer menos privacidade e mais acústica?! Leve um chalézinho pra casa!! Não há espaço mais desconfortável em situação mais desconfortável que esta. Qual foi a saída triunfal da ser? “Que tal almoço??” E se mandou pro restaurante: precisava esvaziar pra poder comer, né? Fez todo o sentido a escolha. Sábia a menina.
A outra contou que, após mega jantar romântico com seu casinho (ainda nem tinha passado pra status “namorado” – olha a situation!), se mandaram pro apê do cara. Seus olhos se abrem rapidamente assustados com os estrondos que o barulhento fondue fazia na tua barriga. Eram 2 da madruga. Silêncio no apartamento. Silêncio na rua. Gente, o BAIRRO estava em silêncio!!! Menos ela. Menos a barriga que, revoltada com a demora pro banheiro, grunhia cada vez mais alto. Se mandou pro “toilete” num mix de “aaaaahhhhh...” com “pqp, tinha que ser hoje?!”. Rezou pro cara ter sono pesado. Não tinha. Voltou e se deparou com uma voz que vinha do escuro: “tá tudo bem?”. Acho que nunca mais se viram... Nem questionamos de tanto que ríamos.
A outra é mais cara de pau e fala mesmo pro cara: “Tó! Tá aqui meu iPod e tb tem o controle da TV. Coloca qquer um dos dois no volume máximo, por favor. Já volto.” É isso aí! Basta avisar que necessita-se de alguns minutos de privacidade acústica. A atitude que leva à plenitude.
E falando em privacidade sonora, o quê fazer qdo a ser acorda com o som do seu próprio pum com o cara dormindo do teu lado?!? Dizem as más línguas que a sensação de adrenalina que te corre pelas veias é indescritível. Que tamanho susto e coração acelerados só seriam possíveis mediante situações de MEDO mesmo, como um assalto, uma ameaça... mas não! Minha gente, não! A vergonha, mesmo quando impossível de se prever ou controlar (a ser em questão estava dormindo!!), nos remete à sensação avassaladora de pavor! E aí vem a outra desvantagem: a cabeça dispara em pensamentos que vêm de nenhum lugar e te levam pra lugar nenhum: “será que ele ouviu?” / “ai, meu coração tá tão disparado que tenho ceeeeeeerteza que o desgraçado tá até ouvindo o tum-tum-tum!” / “aaaaaiiiiiiii, pqp, não dava pra ter saído um daqueles silenciosos??” / “pq!?! pq eu acordei??!!! preferia não ter ficado sabendo que fiz isso!!” e por aí vai... Isso tudo se passando na cabeça, enquanto a ser fazia pose de quem ainda estava dormindo. Acha que enganou quem?? Hahaha, mais risadas no grupinho!!
Uma pior que a outra, mas todas igualmente sofríveis. Depois os homens nos acham chatas, cricas... claro! Estão andando com um bando de “enfezadinhas”. Não tem como ser legal com tanta merda dentro de vc. Conselho: ajudem tuas mulheres e andem com iPod e headset no outro bolso. Um leva a carteira e o outro leva o bendito aparelhinho que pode ser comparado com “provedor de alívio para o universo feminino em casos de emergência”. Gente, calma! Estou falando do iPod!!
Friday, April 23, 2010
Felicidade como conceito
Outro dia escrevi num dos posts algo sobre as pessoas enxergarem a felicidade como conceito e não como sensação. Na hora que escrevi, pensei: “este tema vale um texto separado.” Aí fiquei com isso na cabeça e observei pessoas, situações, temas, opiniões, olhares, sorrisos e como eu também me vi sendo observada quando demonstrava algum tipo de “felicidade”. E foi engraçado perceber como alegria e felicidade se misturam, se confundem, se perdem e se encontram.
E agora? Falo de alegria ou de felicidade? Acho que uma sem a outra não tem como. Andam de mãos dadas. Às vezes uma não tem nada a ver com a outra já que a alegria é ainda mais sensação que felicidade. Mais imediata, mais latente. A gente se vê alegre muitas vezes, mas esquece que a felicidade é justamente isso: um conjunto de atos de alegrias. Ironicamente, temos a tendência também de esquecer como ser alegres (em atos...). Evocar alegria é algo semelhante a localizar um sentido, sem se preocupar ou sequer se dar ao trabalho de explicá-lo. Atos e mais atos destes resultam em algo que vai liberando tua energia pra além do “desejo” (que está, de um jeito ou de outro, na essência do homem) simples e vai te direcionando pro “desejo da alegria”. É como dar uma volta em direção de si mesmo e procurar, conhecer, se surpreender. Esta volta é ação. E precisamos de ação pra sermos alegres, pois somente a alegria ATIVA é a alegria boa, não a passiva, pois esta é fruto da imaginação. Por favor saiam do Matrix. Imaginação é bom, mas só quando colocada em prática (criatividade: imaginação em ação!).
Anyway, acredito que nestes “atos de alegria”, tenhamos que unir pensamento com sensibilidade. Pensem na frase usada com muita propriedade “enjoy your trip” pelos nossos queridos anglo-saxões... Deveríamos muito bem dizer também “enjoy the world”, “enjoy your ride in life”, não concordam?
A alegria deve ser vista e sentida num mix de SER e ESTAR. E aqui vou mais longe ousando diferenciar aqui o verbo “ser” do “Ser” como pessoa. Para que alguém chegue a Ser, este precisa primeiro estar convencido da tua própria liberdade. Liberdade mental, psicológica, física, de expressão, de si próprio... Liberto mesmo. Liberto para poder ter a consciência de que é ele mesmo quem traça tua alegria ou infelicidade, ele mesmo, o único e inteiramente responsável (e livre) por sua inércia ou seu dinamismo. Esta consciência sempre concorda com o que ela crê, ou seja, com o que ela instaura e cria. Logo... é você quem cria tua alegria. Como li outro dia “minha felicidade depende da qualidade dos meus pensamentos”.
Um guia prático da alegria numa frase:
pense/conscientize-se/creia/aja.
VÁ EM DIREÇÃO DE ATOS... ATOS ATIVOS. ATOS VIVOS!
E agora? Falo de alegria ou de felicidade? Acho que uma sem a outra não tem como. Andam de mãos dadas. Às vezes uma não tem nada a ver com a outra já que a alegria é ainda mais sensação que felicidade. Mais imediata, mais latente. A gente se vê alegre muitas vezes, mas esquece que a felicidade é justamente isso: um conjunto de atos de alegrias. Ironicamente, temos a tendência também de esquecer como ser alegres (em atos...). Evocar alegria é algo semelhante a localizar um sentido, sem se preocupar ou sequer se dar ao trabalho de explicá-lo. Atos e mais atos destes resultam em algo que vai liberando tua energia pra além do “desejo” (que está, de um jeito ou de outro, na essência do homem) simples e vai te direcionando pro “desejo da alegria”. É como dar uma volta em direção de si mesmo e procurar, conhecer, se surpreender. Esta volta é ação. E precisamos de ação pra sermos alegres, pois somente a alegria ATIVA é a alegria boa, não a passiva, pois esta é fruto da imaginação. Por favor saiam do Matrix. Imaginação é bom, mas só quando colocada em prática (criatividade: imaginação em ação!).
Anyway, acredito que nestes “atos de alegria”, tenhamos que unir pensamento com sensibilidade. Pensem na frase usada com muita propriedade “enjoy your trip” pelos nossos queridos anglo-saxões... Deveríamos muito bem dizer também “enjoy the world”, “enjoy your ride in life”, não concordam?
A alegria deve ser vista e sentida num mix de SER e ESTAR. E aqui vou mais longe ousando diferenciar aqui o verbo “ser” do “Ser” como pessoa. Para que alguém chegue a Ser, este precisa primeiro estar convencido da tua própria liberdade. Liberdade mental, psicológica, física, de expressão, de si próprio... Liberto mesmo. Liberto para poder ter a consciência de que é ele mesmo quem traça tua alegria ou infelicidade, ele mesmo, o único e inteiramente responsável (e livre) por sua inércia ou seu dinamismo. Esta consciência sempre concorda com o que ela crê, ou seja, com o que ela instaura e cria. Logo... é você quem cria tua alegria. Como li outro dia “minha felicidade depende da qualidade dos meus pensamentos”.
Um guia prático da alegria numa frase:
pense/conscientize-se/creia/aja.
VÁ EM DIREÇÃO DE ATOS... ATOS ATIVOS. ATOS VIVOS!
Monday, April 19, 2010
El juego de la verdad
Este post é uma homenagem ao jogo da verdade mais verdadeiro no qual já participei na vida. Ever.
Profundo, demorado, inspirado, marcou a todos os 6 que estavam ali presentes. Pq o título está em español? Porque o bendito e “diferente” (já explico pq um jogo tão batido foi deveras diferente) juego se pasó en la capital de mi Argentina querida, Bons Ares. Se é pra fazer um jogo assim, que seja em Puerto Madero, terminando num lindo e aconchegante quarto de hotel em Palermo. Dá licença, galera, mas estes meus amigos são finos. Se é pra fazer, a gente faz direito.
E foi como fizemos o jogo: direito! Pra surgir tal ideia, confesso que devia pairar no ar um certo "que" de “estamos aburridos, então vamos jogar algo tosco?” (ie.: estamos de saco cheio). Um lançou a ideia, o outro aperfeiçoou com “pq não fazer o jogo da verdade sobre a gente? Vamos, cada um, falar o que mais nos incomoda no outro?” Os masoquistas de plantão soltaram um “uuuuhhhhhh, adorei!”, enquanto os diplomatas de plantão falaram: “ok, mas vamos terminar fazendo elogios? Dizendo um ao outro o que mais gosta em cada??”. Aí todos concordaram e continuaram a bebericar suas taças de vinho (exceto uma que tomava Sprite Zero) não só pq o vinho era ótimo e na temperatura ideal, mas como para “tomar” coragem a cada gole. Falar “mal” do outro ali na cara dele e na dos outros requer certos “cojones” (até das mulheres!! haha).
Não me lembro quem foi o primeiro e isso também nem vem ao caso, mas lembro-me de quando a coisa começou a ficar acalorada (ou era a noite?) e intensa. Olhares sendo trocados pela mesa, gente se ajeitando nas cadeiras/sofás, outros olhando pro chão (certamente pensando “cala a boca!” pro que estava falando, achando que este receberia a msg telepaticamente). Houve até diretas mesmo, do tipo: “dá pra ficar quieto/a enquanto eu falo, por favor??”. Silêncio pro orador da vez falar. A partir dali, o ditado “enquanto um burro fala, o outro abaixa a orelha” fez todo o sentido like never before. O restaurante também ficou contente com tal ideia nossa pq, a medida que os comentários iam saindo, fazia-se necessária uma quantidade maior de vinho. A primeira rodada de farpadas foi tão longa (gente, do the math... 6 pessoas falando sobre 6 pessoas... e haja gente que gosta de falar, hein?) que envolveu risadas, explicações, pedidos de “repete que não ouvi, pls?” (este foi foda... ouvir teu lado chato DUAS VEZES??), até que o barman já bem “a la manera porteña” e educada de ser parou do nosso lado com a conta – bem tipo: “chicos?? Se van??”. Fomos. Pegamos 2 táxis e nos mandamos pro quarto da moderadora do jogo.
Esta foi a parte mais legal! Hahaha, claro, né?! Ouvir e fazer elogios é mais gostoso, mas confesso que tão hard quanto descer a lenha. Povo mais relaxado ainda por estar jogado em poltronas, espalhado na cama, de roupão do banheiro pq tinha frio e mais vinho ainda na cabeça (sim, we had 2 bottles delivered at our door to keep going), a falação continuou. Houve quem discursou. Houve quem chorou. Houve quem sorriu muito. Houve quem teve olhos brilhaaaaando. Houve, e aqui falo por todos, quem saiu com a alma lavada e com uma sensação de “PQP, grupo assim não se faz mais. Sou feliz por fazer parte deste bando de gente doida... Que noite maravilhosa!”. A noite acabou às quase 9am quando todos se dirigiram aos seus respectivos quartos, cada um com uma nuvem maior que a outra na cabeça. Se fosse cartoon, a gente teria andado curvado de tanta palavra pesando e se fazendo ecoar na gente. Mas só pra vcs entenderem o grupo, cito aqui os maiores elogios que cada um recebeu: há no grupo o cara mais alegre e vivo, a menina que é uma estrelinha que traz luz pra todos, o cara mais gentleman de todos os tempos, a menina que é tão autêntica (se faz de durona, mas é uma maria-mole deep down) que assusta, o cara que mistura vários elogios e ficou até em dúvida de qual era o maior elogio recebido, e a menina que é o conjunto de todas as melhores obras. É, galera, eu avisei... gente que faz direito!
No dia seguinte parecia haver um silêncio absoluto pela cidade de Buenos Aires. Cada um tomou café-da-manhã numa hora diferente, alguém escolheu fazer programa sozinho, alguns precisaram muito de um doce, outros de cerveja (ainda pra ajudar a empurrar tanta informação goela abaixo), mas a sensação geral, above all, foi que este foi o jogo da verdade mais bem jogado ever!
Só quem gosta muito de ler (e de si mesma)...
... pra escrever uma auto-dedicatória num livro comprado por ela mesma num posto de gasolina!! Hahaha!!
Trata-se do título "Seja bem-vindo ao seu cérebro" e a dedicatória, escrita por mim / para mim foi assim de repente, durante um jantar. Enquanto esta que lhes escreve esperava desligarem a ligação do celular, resolveu abrir o livro e deixar a caneta correr pra formar a bendita pequena dedicatória...
"Querida Ju,
Que teu cérebro te ajude a entender mais teu coração e vice-versa. Que ele sempre mantenha uma memória sharp para te lembrar das coisas boas. Que ajude teu coração a processar e relevar as ruins, sem deixar esquecê-las... pois tudo te leva a aprender e a ensinar o que mais vem por aí pela frente.
Welcome (to) the whole trip! The ride is totally worth it!
Beijos,
Ju
(abril/2010)"
Trata-se do título "Seja bem-vindo ao seu cérebro" e a dedicatória, escrita por mim / para mim foi assim de repente, durante um jantar. Enquanto esta que lhes escreve esperava desligarem a ligação do celular, resolveu abrir o livro e deixar a caneta correr pra formar a bendita pequena dedicatória...
"Querida Ju,
Que teu cérebro te ajude a entender mais teu coração e vice-versa. Que ele sempre mantenha uma memória sharp para te lembrar das coisas boas. Que ajude teu coração a processar e relevar as ruins, sem deixar esquecê-las... pois tudo te leva a aprender e a ensinar o que mais vem por aí pela frente.
Welcome (to) the whole trip! The ride is totally worth it!
Beijos,
Ju
(abril/2010)"
Dizem que "o amor é outra coisa"...
Meus comentários estão lá embaixo...
- O amor não te faz arder em chamas. O nome disso é combustão instantânea. Amor é outra coisa.
- O amor não faz brotar uma nova pessoa dentro de você. O nome disso é gravidez. O amor é outra coisa.
- O amor não te deixa completamente feliz. O nome disso é Ecstasy. Amor é outra coisa.
- O amor não te deixa saltitante. O nome disso é Pogobol. O amor é outra coisa.
- O amor não te faz acreditar em falsas promessas. O nome disso é campanha eleitoral. O amor é outra coisa.
- O amor não te faz esquecer de tudo. O nome disso é amnésia. Amor é outra coisa.
- O amor não te faz perder a articulação das palavras de repente. O nome disso é AVC. O amor é outra coisa.
- O amor nao te faz sentir borboletas no estômago, o nome disso é fome. O amor é outra coisa.
- O amor não te deixa completamente imóvel. O nome disso é trânsito de São Paulo. O amor é outra coisa.
- O amor não te deixa molinho e manhoso. O nome disso é Rivotril. O amor é outra coisa.
- O amor não te deixa temporariamente cego. O nome disso é spray de pimenta. O amor é outra coisa.
- O amor não faz seu mundo girar sem parar. O nome disso é labirintite. O amor é outra coisa.
- O amor não te deixa sem chão, o nome disse é cratera. O amor é outra coisa.
- O amor não te deixa quente e te leva pra cama. O nome disso é dengue. O amor é outra coisa.
- O amor não retribui suas declarações. O nome disso é restituição de imposto de renda. O amor é outra coisa.
- O amor não leva teu café da manhã na cama e ainda dá na boquinha. O nome disso é enfermeira. O amor é outra coisa.
- O amor não te faz olhar pro céu e ver tudo colorido. O nome disso é queima de fogos de artifício. O amor é outra coisa.
- O amor não te faz ficar simpático e amoroso de repente. O nome disso é Natal. O amor é outra coisa.
- O amor não te liberta. O nome disso é ALVARÁ DE SOLTURA. Amor é outra coisa.
- O amor não te deixa à mercê da vontade alheia. O nome disso é Boa Noite Cinderela. O amor é outra coisa.
- O amor não te faz ver o mundo cor-de-rosa. O nome disso é baitolice. O amor é outra coisa.
- O amor não é aquela coisa brega, mas que te remexe todo. O nome disso é Banda Calypso. O amor é outra coisa.
- O amor não te dá a chance de mudar o que está diante de você. O nome disso é controle remoto. O amor é outra coisa.
- O amor não tira suas defesas. O nome disso é HIV. O amor é outra coisa.
- O amor não te pega desprevenido e te impulsiona para frente. O nome disso é topada. O amor é outra coisa.
- O amor não faz o coração bater mais rápido. O nome disso é arritmia. O amor é outra coisa.
- O amor não faz você dar suspiros. O nome disso é dia de Cosme e Damião. O amor é outra coisa.
- O amor não te faz ver tudo com outros olhos. O nome disso é transplante. O amor é outra coisa.
Este não é de autoria minha, mas quis compartilhar pq ri muito de algumas frases! Rir é bom!! Confesso que adaptei uma de acordo com a sugestão do Mr. BaleiroMan (quem o conhece, saberá que frase foi) e também pq vim concordar e discordar do texto. Concordo que o amor é outra coisa das descritas acima. Até pq... o quê é MESMO o amor? Ah, se fácil fosse...
Se eu desse um "ctrl+h" pra substituir "amor" por "paixão", aí teria que concordar em também tirar os "não". Todo o acima é paixão. E, caramba, como é bom, né? Quem não gosta de ser meio Pogobol e meio cego ao mesmo tempo? Ô, feeling gostoso!! Este mesmo feeling nos faz, sim, olhar pro céu e ver tudo colorido, ficar mais simpático e suspirar. Os suspiros à toa são os melhores. Alguém pergunta "o que foi?" e vc, com aquele olhar vago, só sorri de lado (um olhar 43 in love) e diz "naaaada, não...". Quem já não teve isso e adorou?? Agora... quem realmente nunca teve isso, aí aconselho a ter. Otherwise, the ride is not worth it.
Mas não só de paixão vive o ser. E o que fazemos com isso quando it fades away? Pq, gente, so sorry, it DOES fade away. Eu adoraria que it didn't (juro!), mas... it happens. Milhões de poetas, terapeutas, psiquiatras e religiosos bem mais cultos, influentes e importantes que eu já deixaram suas teses, conselhos, dicas, opiniões sobre isso. No meu caso, fico com o mesmo texto acima pra mostrar que amor é sim algumas das coisas ali descritas (por isso o meu "discordar"). Aliás, pq não todas?? Ele te proporciona todas as emoções acima descritas sem precisar de artifícios ou facilitadores. Ele é, por si só, o "fazedor" de tudo isso. Amor, pra mim, LIBERTA. Te liberta de você mesmo. Você se desprende de um tanto de coisa que até se acha tolo por ter vivido tanto tempo "preso". Pior aquele que vive preso por opção. Pq amar não tem nada a ver com prender ninguém a ninguém. Quem ama liberta. Isso sim é o amor maior de todos. Poucos, raros são os que amam. Amar mesmo é intoxicante, é forte demais, não é pra todos. Amar dói, mas compensa. Amar é estar de mãos dadas com você mesmo e com os outros pq é um círculo de emoções, de vidas, de experiências. Um afeta o outro. Um direciona o outro. E por aí vai... Há várias maneiras de amar e todas estão corretas. Como já dizem faz tempo: "all is fair in love and war". In war, não sei. Mas com relação ao amor, ah, isso é. E que jogue a primeira flor aquele que nunca tenha cometido algo "unfair" por amor...
- O amor não te faz arder em chamas. O nome disso é combustão instantânea. Amor é outra coisa.
- O amor não faz brotar uma nova pessoa dentro de você. O nome disso é gravidez. O amor é outra coisa.
- O amor não te deixa completamente feliz. O nome disso é Ecstasy. Amor é outra coisa.
- O amor não te deixa saltitante. O nome disso é Pogobol. O amor é outra coisa.
- O amor não te faz acreditar em falsas promessas. O nome disso é campanha eleitoral. O amor é outra coisa.
- O amor não te faz esquecer de tudo. O nome disso é amnésia. Amor é outra coisa.
- O amor não te faz perder a articulação das palavras de repente. O nome disso é AVC. O amor é outra coisa.
- O amor nao te faz sentir borboletas no estômago, o nome disso é fome. O amor é outra coisa.
- O amor não te deixa completamente imóvel. O nome disso é trânsito de São Paulo. O amor é outra coisa.
- O amor não te deixa molinho e manhoso. O nome disso é Rivotril. O amor é outra coisa.
- O amor não te deixa temporariamente cego. O nome disso é spray de pimenta. O amor é outra coisa.
- O amor não faz seu mundo girar sem parar. O nome disso é labirintite. O amor é outra coisa.
- O amor não te deixa sem chão, o nome disse é cratera. O amor é outra coisa.
- O amor não te deixa quente e te leva pra cama. O nome disso é dengue. O amor é outra coisa.
- O amor não retribui suas declarações. O nome disso é restituição de imposto de renda. O amor é outra coisa.
- O amor não leva teu café da manhã na cama e ainda dá na boquinha. O nome disso é enfermeira. O amor é outra coisa.
- O amor não te faz olhar pro céu e ver tudo colorido. O nome disso é queima de fogos de artifício. O amor é outra coisa.
- O amor não te faz ficar simpático e amoroso de repente. O nome disso é Natal. O amor é outra coisa.
- O amor não te liberta. O nome disso é ALVARÁ DE SOLTURA. Amor é outra coisa.
- O amor não te deixa à mercê da vontade alheia. O nome disso é Boa Noite Cinderela. O amor é outra coisa.
- O amor não te faz ver o mundo cor-de-rosa. O nome disso é baitolice. O amor é outra coisa.
- O amor não é aquela coisa brega, mas que te remexe todo. O nome disso é Banda Calypso. O amor é outra coisa.
- O amor não te dá a chance de mudar o que está diante de você. O nome disso é controle remoto. O amor é outra coisa.
- O amor não tira suas defesas. O nome disso é HIV. O amor é outra coisa.
- O amor não te pega desprevenido e te impulsiona para frente. O nome disso é topada. O amor é outra coisa.
- O amor não faz o coração bater mais rápido. O nome disso é arritmia. O amor é outra coisa.
- O amor não faz você dar suspiros. O nome disso é dia de Cosme e Damião. O amor é outra coisa.
- O amor não te faz ver tudo com outros olhos. O nome disso é transplante. O amor é outra coisa.
Este não é de autoria minha, mas quis compartilhar pq ri muito de algumas frases! Rir é bom!! Confesso que adaptei uma de acordo com a sugestão do Mr. BaleiroMan (quem o conhece, saberá que frase foi) e também pq vim concordar e discordar do texto. Concordo que o amor é outra coisa das descritas acima. Até pq... o quê é MESMO o amor? Ah, se fácil fosse...
Se eu desse um "ctrl+h" pra substituir "amor" por "paixão", aí teria que concordar em também tirar os "não". Todo o acima é paixão. E, caramba, como é bom, né? Quem não gosta de ser meio Pogobol e meio cego ao mesmo tempo? Ô, feeling gostoso!! Este mesmo feeling nos faz, sim, olhar pro céu e ver tudo colorido, ficar mais simpático e suspirar. Os suspiros à toa são os melhores. Alguém pergunta "o que foi?" e vc, com aquele olhar vago, só sorri de lado (um olhar 43 in love) e diz "naaaada, não...". Quem já não teve isso e adorou?? Agora... quem realmente nunca teve isso, aí aconselho a ter. Otherwise, the ride is not worth it.
Mas não só de paixão vive o ser. E o que fazemos com isso quando it fades away? Pq, gente, so sorry, it DOES fade away. Eu adoraria que it didn't (juro!), mas... it happens. Milhões de poetas, terapeutas, psiquiatras e religiosos bem mais cultos, influentes e importantes que eu já deixaram suas teses, conselhos, dicas, opiniões sobre isso. No meu caso, fico com o mesmo texto acima pra mostrar que amor é sim algumas das coisas ali descritas (por isso o meu "discordar"). Aliás, pq não todas?? Ele te proporciona todas as emoções acima descritas sem precisar de artifícios ou facilitadores. Ele é, por si só, o "fazedor" de tudo isso. Amor, pra mim, LIBERTA. Te liberta de você mesmo. Você se desprende de um tanto de coisa que até se acha tolo por ter vivido tanto tempo "preso". Pior aquele que vive preso por opção. Pq amar não tem nada a ver com prender ninguém a ninguém. Quem ama liberta. Isso sim é o amor maior de todos. Poucos, raros são os que amam. Amar mesmo é intoxicante, é forte demais, não é pra todos. Amar dói, mas compensa. Amar é estar de mãos dadas com você mesmo e com os outros pq é um círculo de emoções, de vidas, de experiências. Um afeta o outro. Um direciona o outro. E por aí vai... Há várias maneiras de amar e todas estão corretas. Como já dizem faz tempo: "all is fair in love and war". In war, não sei. Mas com relação ao amor, ah, isso é. E que jogue a primeira flor aquele que nunca tenha cometido algo "unfair" por amor...
Saturday, April 17, 2010
A culpa é toda do sol
Outro dia viajando com um amigo (pq gente... nós 2 não conversamos, nós usamos palavras como meio pra expressar todas nossas viagens, teorias da conspiração, criação de cenas de filmes, mini-trailers e músicas que combinem com tudo isso, etc...), começamos a falar de pessoas, mentalidades, vontades, culturas, pq um é assim e o outro assado e chegamos à conclusão de que a culpa é toda do sol.
Os saxões não tinham tempo pra brincar na neve. Era survival mode total. Ou ia achar lenha no meio da floresta pra se aquecerem ou morriam de frio. Boneco de neve com o desperdício de uma cenoura no lugar do nariz?? Hahaha, se falasse isso pra eles naquela época, você morreria com uma flecha no meio da testa por tamanho insulto. Não tinha tempo pra fool around. Tá certo que ninguém é de ferro e havia, sim, tempo pra diversão, mas o trabalho vinha antes, senão a diversão seria ou no inferno ou no céu, dependendo pra onde cada um iria após morrer de frio ou de fome. Lá em cima, a comida e água também precisavam ser caçadas, buscadas. Frutas caírem de árvores ou água em temperatura agradável pra se banhar eram, digamos, raros, raríssimos. Eram poucos os meses de bonança assim. Então, os caras viraram mais guerreiros, sim. Mais terrenos até pq este lance de esperar que "Deus proverá" era pra boiola ou doido. Nem disse "folgado" pq acho que os folgados morriam com a tal flecha mencionada acima...
Muito do que nós, latinos, somos "acomodados" é por conta desta falta de comprometimento, afinal de contas "Deus proverá". Temos a tendência em acreditar ou achar que a fé tudo curará e resolverá. Gente, o ditado já diz e avisa: "Deus ajuda a quem cedo madruga". Ajudou os caras lá do outro continente pq eles estão bem mais adiantados em vários aspectos.
Mas... como tudo na vida tem seus 2 lados, o sol também faz de nós, neste trópico aqui, pessoas mais calorosas (e acaloradas tb!), ouso até dizer simpáticas. Nosso estado de espírito é mais livre-leve-e-solto mesmo, não há como negar. Aqui substituo uma palavra do título e este ficaria: "O mérito é todo do sol". Então ficam aqui meus elogios a todos e à todas as culturas, bem como meu agradecimento à globalização por nos trazer mais próximos, mais conscientes de que podemos aprender mais e mais rápido uns com os outros e imitar mesmo o que o outro faz de bom. Misturar uma dica aqui, absorver outra coisa ali e jogar fora tantas outras que percebemos já não mais fazer sentido pq tem gente fazendo de outra forma e funcionando mais. Legal misturar tudo e ver que caldo dá.
Como já dizia Skank faz tempo:
"De vez em quando é "bão" / Misturar o brasileiro / Aaaaai! Com alemão / Ô pacato cidadão..."!!!
Os saxões não tinham tempo pra brincar na neve. Era survival mode total. Ou ia achar lenha no meio da floresta pra se aquecerem ou morriam de frio. Boneco de neve com o desperdício de uma cenoura no lugar do nariz?? Hahaha, se falasse isso pra eles naquela época, você morreria com uma flecha no meio da testa por tamanho insulto. Não tinha tempo pra fool around. Tá certo que ninguém é de ferro e havia, sim, tempo pra diversão, mas o trabalho vinha antes, senão a diversão seria ou no inferno ou no céu, dependendo pra onde cada um iria após morrer de frio ou de fome. Lá em cima, a comida e água também precisavam ser caçadas, buscadas. Frutas caírem de árvores ou água em temperatura agradável pra se banhar eram, digamos, raros, raríssimos. Eram poucos os meses de bonança assim. Então, os caras viraram mais guerreiros, sim. Mais terrenos até pq este lance de esperar que "Deus proverá" era pra boiola ou doido. Nem disse "folgado" pq acho que os folgados morriam com a tal flecha mencionada acima...
Muito do que nós, latinos, somos "acomodados" é por conta desta falta de comprometimento, afinal de contas "Deus proverá". Temos a tendência em acreditar ou achar que a fé tudo curará e resolverá. Gente, o ditado já diz e avisa: "Deus ajuda a quem cedo madruga". Ajudou os caras lá do outro continente pq eles estão bem mais adiantados em vários aspectos.
Mas... como tudo na vida tem seus 2 lados, o sol também faz de nós, neste trópico aqui, pessoas mais calorosas (e acaloradas tb!), ouso até dizer simpáticas. Nosso estado de espírito é mais livre-leve-e-solto mesmo, não há como negar. Aqui substituo uma palavra do título e este ficaria: "O mérito é todo do sol". Então ficam aqui meus elogios a todos e à todas as culturas, bem como meu agradecimento à globalização por nos trazer mais próximos, mais conscientes de que podemos aprender mais e mais rápido uns com os outros e imitar mesmo o que o outro faz de bom. Misturar uma dica aqui, absorver outra coisa ali e jogar fora tantas outras que percebemos já não mais fazer sentido pq tem gente fazendo de outra forma e funcionando mais. Legal misturar tudo e ver que caldo dá.
Como já dizia Skank faz tempo:
"De vez em quando é "bão" / Misturar o brasileiro / Aaaaai! Com alemão / Ô pacato cidadão..."!!!
Thursday, April 15, 2010
To spread some joy during my lunch break
I was supposed to be having a nice lunch out at this very moment (it's such a beaaauuuutiful day today!!), but am stuck with a project which deadline is tomorrow (score!!) and still need to run so many tests. Do I feel like doing it? I know you can't seem me, but do I look like I even want to be here today? Hahaha, I'm sure you answered correctly. Taking advantage of my current mood, I decided to try and change it to a better one by simply writing a few lines here (such a soothing effect!!).
There are days in which you just don't feel like being where you are, doing what you are doing, thinking about things you don't wish to be thinking (in my case: work, tests, Latin America projects, Excel, numbers...) or putting on your best poker face and even force a smile to people you imagine just magically fading away from in front of you. HA!! How wonderful would that be?
Sometimes it's really hard to look at the bright side of things because all you REALLY want to do is be under the sheets hiding from it all (hey, we're all humans) or just having fun (hey, we're all children too).
While writing all of this down, a song was running on "repeat mode" in the back of my head: http://www.youtube.com/watch?v=F0-um0pHTAg
“Somewhere over the rainbow
Way up high
And the dreams that you dream of
Once in a lullaby
Somewhere over the rainbow
Blue birds fly
And the dreams that you dream of
Dreams really do come true
Someday I’ll wish upon a star
Wake up where the clouds are far behind
Where trouble melts like lemon drops
High above the chimney top
That’s where you’ll find me
Somewhere over the rainbow
Way up high
And the dreams that you dare to…
Oh, why, oh why can’t I?”
I guess we all have our days of wishing to be somewhere over the rainbow where "troubles melt like lemon drops", but good news! This place exists and it's so much closer (thus much more difficult to get there) than you imagine. It's right there with and IN you.
Just look inside and search for your own rainbow and always reach for it when troubles are around.
When she sings "that's where you'll find me", find yourself, find your good side!! And the "oh, why can't I?" is just a sudden moment... it too shall pass because you can and you will be able to do it. You'll be there where dreams really do come true.
Should it help, sing this song (if possible, out loud) to remind you that smiles are as good as rainbows and that a peaceful feeling is just the same as the one the blue birds flying feel.
There are days in which you just don't feel like being where you are, doing what you are doing, thinking about things you don't wish to be thinking (in my case: work, tests, Latin America projects, Excel, numbers...) or putting on your best poker face and even force a smile to people you imagine just magically fading away from in front of you. HA!! How wonderful would that be?
Sometimes it's really hard to look at the bright side of things because all you REALLY want to do is be under the sheets hiding from it all (hey, we're all humans) or just having fun (hey, we're all children too).
While writing all of this down, a song was running on "repeat mode" in the back of my head: http://www.youtube.com/watch?v=F0-um0pHTAg
“Somewhere over the rainbow
Way up high
And the dreams that you dream of
Once in a lullaby
Somewhere over the rainbow
Blue birds fly
And the dreams that you dream of
Dreams really do come true
Someday I’ll wish upon a star
Wake up where the clouds are far behind
Where trouble melts like lemon drops
High above the chimney top
That’s where you’ll find me
Somewhere over the rainbow
Way up high
And the dreams that you dare to…
Oh, why, oh why can’t I?”
I guess we all have our days of wishing to be somewhere over the rainbow where "troubles melt like lemon drops", but good news! This place exists and it's so much closer (thus much more difficult to get there) than you imagine. It's right there with and IN you.
Just look inside and search for your own rainbow and always reach for it when troubles are around.
When she sings "that's where you'll find me", find yourself, find your good side!! And the "oh, why can't I?" is just a sudden moment... it too shall pass because you can and you will be able to do it. You'll be there where dreams really do come true.
Should it help, sing this song (if possible, out loud) to remind you that smiles are as good as rainbows and that a peaceful feeling is just the same as the one the blue birds flying feel.
Wednesday, April 14, 2010
Teoria da relatividade
Não vim falar de Física. Não entendo nada do assunto. Urgh, confessar tamanha falta de conhecimento num assunto out in the open assim é fuedas, mas como sou a dona deste limitado “open air” aqui, posso criar o que quiser (!!). Portanto, queridos gregos e troianos, bem-vindos! Espero que o textinho agrade a ambos (ih, aqui já estou saindo da Física e entrando em Religião: fazer o milagre de agradar a todos!!).
Pra mim, a relatividade está em tudo, todos, vida, morte, felicidade (palavra perigosa esta... virou conceito e ninguém consegue entender que, de conceito, esta sensação não tem nada), visões, idades, gostos...
Enfim, a vida é relativa. Nossos gostos mudam, nossas visões, percepções e... shockingly enough: nossos valores. Sim! Aqueles benditos que ficam martelando na nossa cabeça que uma coisa “não pode ser de jeito nenhum” até que você passe por uma situação que o tal de-jeito-nenhum aconteceu. Oh!! Como?!?! Acontecendo. Viu? Ficou relativo como algo tão difícil e impossível tornou-se tão simples e real pra você. Agora vem a tua capacidade de relacionar-se com este novo fato, por isso não seja radical, nem julgue nada na vida (especialmente se for algo que você nunca vivenciou). Se não tem experiência, sirva de ouvido, mas não julgue algo que não conhece pq a vida te mostra que tudo, absolutamente tudo é passível de mudança!
Tuas convicções, teus “achismos”, tudo vai por água abaixo quando algo ou alguém te mostra algo inesperado. Daí vem o perigo em ser radical. Não se pode ser tão cabeça-dura e ficar “stuck in a moment” (tk you, Bono!) só pq batemos o pé dizendo “mas sempre acreditei nisso!!”. Ok. Agora não precisa acreditar mais. Olha que bacana! A vida muda, as pessoas mudam (algumas...), as situações mudam bem mais ainda, então não dá pra ficar sentado(a), olhando a vida passar (em alguns casos, cochilando) por conta de ideias que foram enfiadas na tua cabeça. Aliás, esta é outra coisa importante: já se perguntou se tal crença, convicção ou ideia é realmente TUA? Se aquilo é algo que realmente te pertence, é algo que formou tua personalidade ou se te foi algo imposto desde criança e aí acabou virando “teu” por osmose? How much do you question your own self? Quanto tempo você pára para ter umas crises existenciais? Pergunto isso pq acho engraçada a mania que temos de “pedir sinais divinos” pra entender a atual situação na qual estamos, mas cismamos em ficar de olhos fechados pra eles. Ok, se quiser fechar os olhos, até faça, but please open your mind. Nem curto muito o cara, mas esta frase dele me pareceu genial: “Às vezes, a revelação divina significa simplesmente adaptar seu cérebro para escutar o que seu coração já sabe.” (Dan Brown)
Quer coisa mais relativa que adaptar algo? MUDAR algo? Perceber que a permanência (a “fixitude” – sei que não existe tal palavra) simplesmente não existe é tão óbvio, mas nem todos parecem perceber ou sequer se interessar em ver isso, look around. Nada é fixo, nada é para sempre, tudo já foi. Eu comecei escrevendo e meus sete minutos passados aqui neste texto já se foram. Poderia tê-los gasto de outra forma? Sim, claro. Minha opção foi ficar aqui, fiz feliz, mas o momento já foi. Foi relativa a importância de focar no meu trabalho urgente pq se tivesse ficado com a cara no Excel, talvez a planilha nem saísse correta pq a faria com muito menos bom humor do que agora. Foram só sete minutos, mas agora a qualidade do trabalho será bem maior. Relativa a urgência... Relativo o tempo. Apenas sete minutos ou são sete minutos muito tempo?!
Enfim, a vida nos surpreende de várias formas e sempre, sempre mesmo há lições legais aí. Basta querer aprender, ver. Fácil? Há, não falei isso. Mas é certamente, no mínimo, muito, muito interessante. Instigante. Quem instiga é pq tem já o pézinho na cozinha da curiosidade, da cabeça aberta pra permitir algo novo entrar. Quando entra algo novo, mexe. E aí... todo o resto fica relativo.
Pra mim, a relatividade está em tudo, todos, vida, morte, felicidade (palavra perigosa esta... virou conceito e ninguém consegue entender que, de conceito, esta sensação não tem nada), visões, idades, gostos...
Enfim, a vida é relativa. Nossos gostos mudam, nossas visões, percepções e... shockingly enough: nossos valores. Sim! Aqueles benditos que ficam martelando na nossa cabeça que uma coisa “não pode ser de jeito nenhum” até que você passe por uma situação que o tal de-jeito-nenhum aconteceu. Oh!! Como?!?! Acontecendo. Viu? Ficou relativo como algo tão difícil e impossível tornou-se tão simples e real pra você. Agora vem a tua capacidade de relacionar-se com este novo fato, por isso não seja radical, nem julgue nada na vida (especialmente se for algo que você nunca vivenciou). Se não tem experiência, sirva de ouvido, mas não julgue algo que não conhece pq a vida te mostra que tudo, absolutamente tudo é passível de mudança!
Tuas convicções, teus “achismos”, tudo vai por água abaixo quando algo ou alguém te mostra algo inesperado. Daí vem o perigo em ser radical. Não se pode ser tão cabeça-dura e ficar “stuck in a moment” (tk you, Bono!) só pq batemos o pé dizendo “mas sempre acreditei nisso!!”. Ok. Agora não precisa acreditar mais. Olha que bacana! A vida muda, as pessoas mudam (algumas...), as situações mudam bem mais ainda, então não dá pra ficar sentado(a), olhando a vida passar (em alguns casos, cochilando) por conta de ideias que foram enfiadas na tua cabeça. Aliás, esta é outra coisa importante: já se perguntou se tal crença, convicção ou ideia é realmente TUA? Se aquilo é algo que realmente te pertence, é algo que formou tua personalidade ou se te foi algo imposto desde criança e aí acabou virando “teu” por osmose? How much do you question your own self? Quanto tempo você pára para ter umas crises existenciais? Pergunto isso pq acho engraçada a mania que temos de “pedir sinais divinos” pra entender a atual situação na qual estamos, mas cismamos em ficar de olhos fechados pra eles. Ok, se quiser fechar os olhos, até faça, but please open your mind. Nem curto muito o cara, mas esta frase dele me pareceu genial: “Às vezes, a revelação divina significa simplesmente adaptar seu cérebro para escutar o que seu coração já sabe.” (Dan Brown)
Quer coisa mais relativa que adaptar algo? MUDAR algo? Perceber que a permanência (a “fixitude” – sei que não existe tal palavra) simplesmente não existe é tão óbvio, mas nem todos parecem perceber ou sequer se interessar em ver isso, look around. Nada é fixo, nada é para sempre, tudo já foi. Eu comecei escrevendo e meus sete minutos passados aqui neste texto já se foram. Poderia tê-los gasto de outra forma? Sim, claro. Minha opção foi ficar aqui, fiz feliz, mas o momento já foi. Foi relativa a importância de focar no meu trabalho urgente pq se tivesse ficado com a cara no Excel, talvez a planilha nem saísse correta pq a faria com muito menos bom humor do que agora. Foram só sete minutos, mas agora a qualidade do trabalho será bem maior. Relativa a urgência... Relativo o tempo. Apenas sete minutos ou são sete minutos muito tempo?!
Enfim, a vida nos surpreende de várias formas e sempre, sempre mesmo há lições legais aí. Basta querer aprender, ver. Fácil? Há, não falei isso. Mas é certamente, no mínimo, muito, muito interessante. Instigante. Quem instiga é pq tem já o pézinho na cozinha da curiosidade, da cabeça aberta pra permitir algo novo entrar. Quando entra algo novo, mexe. E aí... todo o resto fica relativo.
Tuesday, April 13, 2010
Pra inspirar no dia de hoje: DIA DO BEIJO!!
http://www.youtube.com/watch?v=IdEellXY3A0&feature=related
Só pra constar, segue a melhor descrição do combo que define o melhor beijo: "aquele que as mãos passam lentamente pelo rosto, em direção ao pescoço, friccionando os dedos pela pele, passando pelo cabelo e apertando como se não quisesse que a pessoa fugisse, trazendo o rosto pra perto do outro e dá-se um beijo leve, devagar, alternando em alguns momentos para uma coisa mais forte e voltando para o mais leve..."
Hahaha, não tô ajudando a promover o Açúcar União, não, hein? Eles têm aquelas mensagens nos saquinhos dos restaurantes (uma é "beije mais"), mas este foi só um "aêêêê, que lindo!" que quis compartilhar com vocês.
Enjoy!! :o)
Só pra constar, segue a melhor descrição do combo que define o melhor beijo: "aquele que as mãos passam lentamente pelo rosto, em direção ao pescoço, friccionando os dedos pela pele, passando pelo cabelo e apertando como se não quisesse que a pessoa fugisse, trazendo o rosto pra perto do outro e dá-se um beijo leve, devagar, alternando em alguns momentos para uma coisa mais forte e voltando para o mais leve..."
Hahaha, não tô ajudando a promover o Açúcar União, não, hein? Eles têm aquelas mensagens nos saquinhos dos restaurantes (uma é "beije mais"), mas este foi só um "aêêêê, que lindo!" que quis compartilhar com vocês.
Enjoy!! :o)
Monday, April 12, 2010
O nome do blog / the name of the blog
Today I decided to change the name of my blog.
Why? Because so...
Started with "jurocha77" due to pure lack of something more creative.
I guess I also felt it had to be ME.
Then I realised that the blog IS me (no need to have my name - that is for my birth certificate!).
And why this name?
By definition, a "bistro" is a small, but cosy restaurant.
There are people who defend that the origin of this word is from the Russian "bystro" (fast).
I enjoyed knowing about it because this is exactly me: a "petit" (better in French than "small"), but cosy person with fast thoughts.
My blog is my bistro: a mix of spices, salt and pepper, sweet and bitter tastes... ie: thoughts, tears and laughters, love and fears.
So... my bistro is simply:
A mix put together to make a special dish. A special post.
---------------------- em português --------------------------
Hoje eu decidi trocar o nome do meu blog.
Pq? Pq sim...
Antes era "jurocha77"por pura falta de criatividade.
Acho que também tinha um "que" de representar algo que fosse EU.
Aí me de conta que meu blog já ERA eu (sem precisar ter meu nome ali - isso fica pra certidão de nascimento!).
E pq este nome?
Por definição, um "bistrô" é um pequeno e aconchegante restaurante.
Há quem defenda que a origem da palavra seja russa: bystro = rápido.
Gostei de saber disso pq sou exatamente assim: uma pessoa "petit" (escolhi em francês pq é melhor que "pequena"), mas acolhedora e com pensamentos rápidos.
Meu blog é meu bistrô: um mix de temperos, sal e pimenta, sabores doces e amargos... ou seja: pensamentos, lágrimas e risadas, amores e medos.
Então... meu bistrô é isso:
Um mix pra um prato especial. Pra um "post" especial.
Why? Because so...
Started with "jurocha77" due to pure lack of something more creative.
I guess I also felt it had to be ME.
Then I realised that the blog IS me (no need to have my name - that is for my birth certificate!).
And why this name?
By definition, a "bistro" is a small, but cosy restaurant.
There are people who defend that the origin of this word is from the Russian "bystro" (fast).
I enjoyed knowing about it because this is exactly me: a "petit" (better in French than "small"), but cosy person with fast thoughts.
My blog is my bistro: a mix of spices, salt and pepper, sweet and bitter tastes... ie: thoughts, tears and laughters, love and fears.
So... my bistro is simply:
A mix put together to make a special dish. A special post.
---------------------- em português --------------------------
Hoje eu decidi trocar o nome do meu blog.
Pq? Pq sim...
Antes era "jurocha77"por pura falta de criatividade.
Acho que também tinha um "que" de representar algo que fosse EU.
Aí me de conta que meu blog já ERA eu (sem precisar ter meu nome ali - isso fica pra certidão de nascimento!).
E pq este nome?
Por definição, um "bistrô" é um pequeno e aconchegante restaurante.
Há quem defenda que a origem da palavra seja russa: bystro = rápido.
Gostei de saber disso pq sou exatamente assim: uma pessoa "petit" (escolhi em francês pq é melhor que "pequena"), mas acolhedora e com pensamentos rápidos.
Meu blog é meu bistrô: um mix de temperos, sal e pimenta, sabores doces e amargos... ou seja: pensamentos, lágrimas e risadas, amores e medos.
Então... meu bistrô é isso:
Um mix pra um prato especial. Pra um "post" especial.
A smile goes a long way
Um sorriso realmente te leva pra longe. Mesmo que você esteja parada(o) no mesmo lugar. Um sorriso te acalma, te aquece, te abraça. Mesmo que seja por telefone. Te transporta pra uma certa paz que você jurava não ter mais, pelo menos naquele momento.
Aquele sorriso que é com o rosto inteiro, que mexe com os olhos de quem sorri e com o estômago de quem está olhando. Dá aquele friozinho na espinha e vontade de sorrir também. Pronto! Missão cumprida! Acho que tudo e todos na vida têm sua missão. Inclusive o sorriso. E a missão deste lindo ato é "contagiar". Ah, muito legal ter esta missão do bem: contaminar as pessoas neste ciclo gostoso de sorria-e-faça-sorrir.
Acho que, por gostar tanto de sorrir-e-fazer-sorrir, recebo elogios do meu sorriso. Pq eu GOSTO de sorrir com franqueza, com vontade, com falta de pensar. Quando sorrio, é quando mais me sinto livre. Livre de pensamentos, pesos, preocupações e resta-me somente a sensação. Posso dizer que é um vício. Quando tenho um dia com poucos sorrisos, sinto-me num delirium tremis (tá escrito certo isso?) até que alguém me faz sair desta bad vibe ou eu mesma rio de mim com meu jeito estabanado. Aí é que tá: quando ninguém mais te fizer sorrir, faça você mesmo. Aliás, é mais fácil do que imaginam, afinal de contas você conhece seu humor melhor que ninguém e aí, qquer piada te anima. E ria de si mesmo anytime! Afasta as rugas e faz bem pro coração.
Aquele sorriso que é com o rosto inteiro, que mexe com os olhos de quem sorri e com o estômago de quem está olhando. Dá aquele friozinho na espinha e vontade de sorrir também. Pronto! Missão cumprida! Acho que tudo e todos na vida têm sua missão. Inclusive o sorriso. E a missão deste lindo ato é "contagiar". Ah, muito legal ter esta missão do bem: contaminar as pessoas neste ciclo gostoso de sorria-e-faça-sorrir.
Acho que, por gostar tanto de sorrir-e-fazer-sorrir, recebo elogios do meu sorriso. Pq eu GOSTO de sorrir com franqueza, com vontade, com falta de pensar. Quando sorrio, é quando mais me sinto livre. Livre de pensamentos, pesos, preocupações e resta-me somente a sensação. Posso dizer que é um vício. Quando tenho um dia com poucos sorrisos, sinto-me num delirium tremis (tá escrito certo isso?) até que alguém me faz sair desta bad vibe ou eu mesma rio de mim com meu jeito estabanado. Aí é que tá: quando ninguém mais te fizer sorrir, faça você mesmo. Aliás, é mais fácil do que imaginam, afinal de contas você conhece seu humor melhor que ninguém e aí, qquer piada te anima. E ria de si mesmo anytime! Afasta as rugas e faz bem pro coração.
Friday, April 9, 2010
Timidez = cogumelo
Quando a timidez te transforma num cogumelo. Baseado em fatos reais!!
Todos fomos crianças. Alguns continuam sendo - o que é lindo de se ver! A criança dentro da gente deve ser preservada. A alegria da criança, o lado ingênuo de achar que tudo sempre vai terminar bem (será mesmo ingênuo ou sábio? Hmmm... eu mesma me peguei agora!) e, principalmente, a honestidade de uma criança. Let's keep and take care of our inner child! Mas atenção: há de ser equilibrado, senão fica desproporcional, inconsistente.
De qualquer forma, comecei com esta introdução pra dizer: a minha criança permanece aqui até pq, sem ela, não daria pra contar o que vem por aí de tão patético que é! Hahaha, há que se ter o senso de humor GOSTOSO de uma criança pra assumir tamanha peripécia e "saída de mestre" que eu tive numa embarrassing situação quando tinha meus apenas 5 anos...
Morávamos em Brasília e aquelas super quadras são também super cheias de crianças que se grudam como brigadeiro gruda em panela. Minha peralta e inquieta irmã 4 anos mais velha sugere fazermos uma pecinha de teatro pra todos os pais da quadra (só convidou a eles pq não conhecia os ministros... vcs não conhecem my sister!). Decisão tomada na cabeça dela e ações no corpo: movimentou todo mundo. Como boa irmã mais velha, me designou o papel da bruxa (grande papel de destaque!! ela queria me ver brilhar) da Branca de Neve. Como irmã mais nova que admira a mais velha, falei (com muito esforço pq a alma já estava se mordendo por dentro de timidez): "tá...". Ela se virou e foi "dirigir" os outros atores-mirins. Todos se divertindo e Julianinha passando mal de nervoso. Tímida pacas e ainda má?! Justo a que mata a linda-querida-doce Branquinha?! Era muito.
Eis que surge a grande sacada!! Saída de mestre total!! Falei pra minha irmã do meu pequeno problema "nãoseisevouconseguirserbruxapelamordedeusmeajuda" (sim, sem respirar, sem pegar fôlego e com os olhos do gato do Shrek - imaginem que bonitinha a cena??) e, como boa grande irmã, me abraçou, disse que eu daria uma linda bruxa, mas que "tudo bem". Perguntou o que eu queria, então. Em total estado de criatividade-mor (e absurda!), sai da minha boca um grito triunfal, como se tivesse descoberto a cura pra corações partidos: "QUERO SER O COGUMELO MÁGICO QUE SALVA A BRANCA DE NEVE!!" (me questiono até hoje se fui possuída uns instantinhos naquela hora). Silêncio no recinto. Glup. Quando percebi que eu não era Napoleão e minha postura física de "EURECA!" não tinha gerado grande comoção, entrei no meu casulo-mode de volta, mas eis que escuto: "Tá bom. A gente vê o que fazer com o Príncipe depois." Nada como ser bem relacionada com a diretora da peça, né, não?? :o) :o) Desbanquei o príííííncipe!! Hahaha, GOOOOOL!!
Idéia não só lançada como aceita, Juju sai às compras em busca de "colant" (colã!) e algo grande pra colocar na cabeça pra ter aquele formato LINDO de cogumelo. Coloquei umas bolas vermelhas em cima (bem cara de cogumelo da Alice, manja?) e passei a peça INTEIRA sentada num cantinho. Só isso. Era este meu papel. Via olhares de alguns pais assim: "o que aquela ali é? Decoração? Tá no prédio errado? Será que é muda??", então eu olhava de volta pro chão como um bom cogumelo obediente (e tímido!!). Quando, finalmente (pernas já em total estado de cãimbra), a Branca resolve morrer, SURGE O COGUMELO DO CANTO DA SALA COM SORRISO DE "viemos em paz", PASSA A MÃO NO CABEÇÃO-REDONDO, ENCOSTA NELA E DIZ: "Acorda, tua chata!" (hahaha, brincadeira!). Falei a fala certa: "Desperte, Branca de Neve" e juntei a mão dela com a do Príncipe. Este, muito educado, (claro... era um príncipe!!) me agradece com um abraço e aí reina minha alegria: todos os olhinhos dos espectadores ali presentes estavam virados pro, até então, cogumelo sem-noção, e sorriam orgulhosos!! ÊÊÊÊHHHHH!! Jujuzinha mal dormiu à noite de tanta adrenalina...
Todos fomos crianças. Alguns continuam sendo - o que é lindo de se ver! A criança dentro da gente deve ser preservada. A alegria da criança, o lado ingênuo de achar que tudo sempre vai terminar bem (será mesmo ingênuo ou sábio? Hmmm... eu mesma me peguei agora!) e, principalmente, a honestidade de uma criança. Let's keep and take care of our inner child! Mas atenção: há de ser equilibrado, senão fica desproporcional, inconsistente.
De qualquer forma, comecei com esta introdução pra dizer: a minha criança permanece aqui até pq, sem ela, não daria pra contar o que vem por aí de tão patético que é! Hahaha, há que se ter o senso de humor GOSTOSO de uma criança pra assumir tamanha peripécia e "saída de mestre" que eu tive numa embarrassing situação quando tinha meus apenas 5 anos...
Morávamos em Brasília e aquelas super quadras são também super cheias de crianças que se grudam como brigadeiro gruda em panela. Minha peralta e inquieta irmã 4 anos mais velha sugere fazermos uma pecinha de teatro pra todos os pais da quadra (só convidou a eles pq não conhecia os ministros... vcs não conhecem my sister!). Decisão tomada na cabeça dela e ações no corpo: movimentou todo mundo. Como boa irmã mais velha, me designou o papel da bruxa (grande papel de destaque!! ela queria me ver brilhar) da Branca de Neve. Como irmã mais nova que admira a mais velha, falei (com muito esforço pq a alma já estava se mordendo por dentro de timidez): "tá...". Ela se virou e foi "dirigir" os outros atores-mirins. Todos se divertindo e Julianinha passando mal de nervoso. Tímida pacas e ainda má?! Justo a que mata a linda-querida-doce Branquinha?! Era muito.
Eis que surge a grande sacada!! Saída de mestre total!! Falei pra minha irmã do meu pequeno problema "nãoseisevouconseguirserbruxapelamordedeusmeajuda" (sim, sem respirar, sem pegar fôlego e com os olhos do gato do Shrek - imaginem que bonitinha a cena??) e, como boa grande irmã, me abraçou, disse que eu daria uma linda bruxa, mas que "tudo bem". Perguntou o que eu queria, então. Em total estado de criatividade-mor (e absurda!), sai da minha boca um grito triunfal, como se tivesse descoberto a cura pra corações partidos: "QUERO SER O COGUMELO MÁGICO QUE SALVA A BRANCA DE NEVE!!" (me questiono até hoje se fui possuída uns instantinhos naquela hora). Silêncio no recinto. Glup. Quando percebi que eu não era Napoleão e minha postura física de "EURECA!" não tinha gerado grande comoção, entrei no meu casulo-mode de volta, mas eis que escuto: "Tá bom. A gente vê o que fazer com o Príncipe depois." Nada como ser bem relacionada com a diretora da peça, né, não?? :o) :o) Desbanquei o príííííncipe!! Hahaha, GOOOOOL!! Idéia não só lançada como aceita, Juju sai às compras em busca de "colant" (colã!) e algo grande pra colocar na cabeça pra ter aquele formato LINDO de cogumelo. Coloquei umas bolas vermelhas em cima (bem cara de cogumelo da Alice, manja?) e passei a peça INTEIRA sentada num cantinho. Só isso. Era este meu papel. Via olhares de alguns pais assim: "o que aquela ali é? Decoração? Tá no prédio errado? Será que é muda??", então eu olhava de volta pro chão como um bom cogumelo obediente (e tímido!!). Quando, finalmente (pernas já em total estado de cãimbra), a Branca resolve morrer, SURGE O COGUMELO DO CANTO DA SALA COM SORRISO DE "viemos em paz", PASSA A MÃO NO CABEÇÃO-REDONDO, ENCOSTA NELA E DIZ: "Acorda, tua chata!" (hahaha, brincadeira!). Falei a fala certa: "Desperte, Branca de Neve" e juntei a mão dela com a do Príncipe. Este, muito educado, (claro... era um príncipe!!) me agradece com um abraço e aí reina minha alegria: todos os olhinhos dos espectadores ali presentes estavam virados pro, até então, cogumelo sem-noção, e sorriam orgulhosos!! ÊÊÊÊHHHHH!! Jujuzinha mal dormiu à noite de tanta adrenalina...
A peralta e a tímida:
Tuesday, April 6, 2010
Letting go...
Things we hear
Facts we know
Surprises we always look for
Are invariably with us, but
We persist on forgetting them
Only to believe they are new
When they happen again
To believe life is all about news
Or to later say we didn’t know better
But these experiences are also stubborn
Since they keep coming back to us
Only to remind us that the secret
Is about letting go
Let go and it shall return
Not as a circle
But rather as a trouble-free flow
Let go and it shall return
Even if just to teach us
The reason why we left them
Or why they once left us
Facts we know
Surprises we always look for
Are invariably with us, but
We persist on forgetting them
Only to believe they are new
When they happen again
To believe life is all about news
Or to later say we didn’t know better
But these experiences are also stubborn
Since they keep coming back to us
Only to remind us that the secret
Is about letting go
Let go and it shall return
Not as a circle
But rather as a trouble-free flow
Let go and it shall return
Even if just to teach us
The reason why we left them
Or why they once left us
Thursday, April 1, 2010
Friday, I'm love (quer que desenhe?? Pronto, tá aí!)
Please open the link http://www.youtube.com/watch?v=wa2nLEhUcZ0 and listen to the music WHILE looking at the picture below.
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